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It takes a nation to protect the nation

De Lisboa ao Paquistão

A mancha estende-se dos Pirinéus aos confins dos Himalaias. Vai do Cabo Finisterra ao sul do Quénia. Dos arredores de Viena ao Punjab. O mapa difundido nas redes sociais Facebook e Twitter pelo Estado Islâmico – assim se designam a si mesmos os radicais do ISIS – mostra toda a extensão do califado tal como o imaginam daqui por cinco anos. Por enquanto, os jihadistas só dominam o norte do Iraque e uma parte do leste da Síria, mas os seus projectos são grandiosos.

Muitos destes “soldados de deus” são jovens que saíram directamente das madrassas para o deserto, mas sem se esquecerem de levar consigo os smartphones e sem desligarem as suas contas nas redes sociais, relata o jornal português Observador. Alguns foram educados nos subúrbios de cidades europeias mas a sua inspiração é a mesma de Osama Bin Laden: recuperar para o Islão todas as terras que em tempos foram dominadas por muçulmanos e, por isso, integravam o califado. Desde o Al-Andalus – a Ibéria muçulmana – até ao vale do Indo.

Originalmente a palavra “califado” significa em árabe a forma de escolha de um líder (o Califa) para os muçulmanos. Esse califa é visto como o sucessor do profeta Maomé e líder máximo dos crentes.

O primeiro califado data do tempo e das conquistas de Maomé e atingiu a sua máxima expansão com os Omíadas, que governavam a partir de Damasco. A sede do califado passaria depois para Bagdad com os Abássidas, a seguir para o Cairo com os Fatimidas e finalmente para Istambul com os Otomanos.

Nunca voltaria, contudo, a ter a extensão máxima atingida com os Omíadas, mesmo considerando a sua extensão à Grécia, aos Balcãs e à Crimeia durante o tempo otomano, quando os exércitos do sultão chegaram por duas vezes às portas de Viena. Acabaria por ser abolido pelo líder nacionalista e secular Mustafa Kamal Ataturk em 1924, altura em que a Turquia moderna foi fundada.

O mapa divulgado pelo Estado Islâmico representa um califado que nunca existiu como um todo – mas retrata todos territórios que alguma vez estiveram sob domínio muçulmano. O seu projecto é reunificar todos esses territórios, incluindo as terras de Portugal e Espanha onde, durante alguns séculos, existiu o califado de Al-Andalus.

 

Perseguições religiosas

As últimas notícias que chegam dos cristãos no Iraque, são de atrocidades, terror e medo.

os cristãos que viviam em Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, receberam um ultimato e foram obrigados a abandonar a região, nos últimos dias, deixando todos os seus bens para trás. O movimento extremista muçulmano do Estado Islâmico deu-lhes quatro opções: morrer; converterem-se ao islamismo; pagar o imposto dos infiéis (a jizya) e viver sob a lei da sharia; ou deixar a cidade imediatamente.

Dom Saad Syroub, bispo auxiliar caldeu de Bagdad, relatou que os militantes sunitas escreveram na fachada da casa dos cristãos a frase “Imóvel de propriedade do Isis”. Junto com o escrito, circulada em vermelho, a letra árabe “nun”, equivalente ao nosso “n”, que é a inicial da palavra “nazarenos”. Sendo que todas essas casas foram saqueadas.

Já antes desse ultimato, milhares de famílias cristãs e xiitas já haviam deixado Mossul. Mas nos últimos dias, os refugiados cruzaram a fronteira só com a roupa do corpo. Muitas mulheres tiveram seus crucifixos arrancados do pescoço, e alguns refugiados foram mortos durante a fuga.

Uma parte dos refugiados foi para o Curdistão, outra fugiu para aldeias próximas de Nínive. Nem todas as famílias optam por fugir: alguns aceitaram fazer a profissão de fé islâmica para preservar seus bens e suas vidas. O califa do Isis, Abu Bakr al-Baghdad, ordenou que todas as mulheres tenham seu clitóris e lábios superiores da vagina costurados.

 

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Mission Overview

Most Western societies are based on Secular Democracy, which itself is based on the concept that the open marketplace of ideas leads to the optimum government. Whilst that model has been very successful, it has defects. The 4 Freedoms address 4 of the principal vulnerabilities, and gives corrections to them. 

At the moment, one of the main actors exploiting these defects, is Islam, so this site pays particular attention to that threat.

Islam, operating at the micro and macro levels, is unstoppable by individuals, hence: "It takes a nation to protect the nation". There is not enough time to fight all its attacks, nor to read them nor even to record them. So the members of 4F try to curate a representative subset of these events.

We need to capture this information before it is removed.  The site already contains sufficient information to cover most issues, but our members add further updates when possible.

We hope that free nations will wake up to stop the threat, and force the separation of (Islamic) Church and State. This will also allow moderate Muslims to escape from their totalitarian political system.

The 4 Freedoms

These 4 freedoms are designed to close 4 vulnerabilities in Secular Democracy, by making them SP or Self-Protecting (see Hobbes's first law of nature). But Democracy also requires - in addition to the standard divisions of Executive, Legislature & Judiciary - a fourth body, Protector of the Open Society (POS), to monitor all its vulnerabilities (see also Popper). 
1. SP Freedom of Speech
Any speech is allowed - except that advocating the end of these freedoms
2. SP Freedom of Election
Any party is allowed - except one advocating the end of these freedoms
3. SP Freedom from Voter Importation
Immigration is allowed - except where that changes the political demography (this is electoral fraud)
4. SP Freedom from Debt
The Central Bank is allowed to create debt - except where that debt burden can pass across a generation (25 years).

An additional Freedom from Religion is deducible if the law is applied equally to everyone:

  • Religious and cultural activities are exempt from legal oversight except where they intrude into the public sphere (Res Publica)"

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